The Legend of Zelda é um dos jogos mais conhecidos da Nintendo. O primeiro título foi lançado há 35 anos atrás, exatamente no dia 21 de fevereiro de 1986 para o NES. Desde então, cada console da Big N ganhou um título inédito ou pelo menos uma para chamar de seu. Até agora são dezoito jogos que se espalham desde o Nintendinho clássico até o Switch, passando pelos portáteis Game Boy Advance e 3DS.

Nesse ranking, nós vamos listar todos os jogos da série do pior para o melhor, sempre deixando um link para ofertas que você pode encontrar aqui no Zoom. Confere com a gente quais são os melhores jogos de The Legend of Zelda!

20. The Legend of Zelda: Tri Force Heroes

Triforce Heroes
TriForce Heroes transforma a experiência solitária de Zelda em uma aventura cooperativa (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Esse jogo pode ser considerado uma sequência “espiritual” do Four Swords Adventure. Lançado em 2015 para o Nintendo 3DS, a jogatina multiplayer é o seu maior atrativo. Nele, é preciso controlar três personagens através de dungeons para resolver puzzles e derrotar os chefes.

Isso pode ser feito jogando com outras pessoas através da conexão via internet do portátil ou alternando entre os personagens, caso você esteja jogando sozinho. O problema é que nessa última opção, o jogo fica bem mais lento e maçante, já que nenhum dos outros “Links” terão algum tipo de inteligência artificial para agir sozinhos quando você não estiver os controlando.

The Adventure of Link
A segunda aventura de Link foi totalmente diferente da primeira (Fonte: Nintendo/Divulgação)

O segundo título da franquia pode não ter envelhecido tão bem para os padrões de hoje em dia.

Seu design que dá poucas dicas do que fazer e apenas três vidas para realizar as missões podem ser um empecilho para a sua diversão. Caso você tenha jogado alguma versão anteriormente, é melhor ficar com as memórias mesmo.

Lançado originalmente em 1988, o game está disponível no serviço Nintendo Online, permitindo rejogá-lo no Nintendo Switch. Ainda assim, The Legend of Zelda II: The Adventure of Link mostra que inovação sempre foi uma raiz na série, já que sua jogabilidade é totalmente diferente em relação ao primeiro game, que é o próximo item da nossa lista.

18. The Legend of Zelda

The Legend of Zelda
Inspirado em aventuras em cavernas de Shigeru Miyamoto, o Zelda de 1986 trouxe o conceito de mundo aberto muito antes de GTA (Fonte: Nintendo/Divulgação)

O jogo que deu início a tudo ainda possui muitas semelhanças com os que o seguiram, e talvez aí estejam as suas maiores forças: ele assentou muitas das características clássicas, inclusive para o gênero de mundo aberto, um dos mais populares da atualidade.

A visão isométrica, as habilidades que são ganhas conforme você vence as dungeons, e a princesa Zelda que precisa ser salva das garras do vilão Ganon: tudo isso está no primeiro jogo e se repete em vários outros títulos subsequentes. Ele chegou às lojas pela primeira vez em 1986, e foi relançado em 2004 para GBA.

Atualmente, o The Legend of Zelda original também está disponível no catálogo do serviço Nintendo Switch Online.

17. The Legend of Zelda: Four Swords Adventures

Four Swords Adventure
The Legend of Zelda: Four Swords Adventures inovou ao trazer um Zelda multiplayer (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Lançado para Game Cube, esse é mais um dos jogos que necessita de mais de um jogador para alcançar o potencial completo. Você poderia utilizar GBAs como joysticks para o jogo e unir quatro pessoas para controlar todos os personagens necessários.

A jogabilidade mistura competição e cooperação para vencer as dungeons, mas o mais importante é que você pode jogar sozinho. Alternar entre os quatro personagens é fácil e a cada vez que você liga o jogo, é possível escolher se irá jogar multiplayer ou singleplayer.

16. The Legend of Zelda: Spirit Tracks

Spirit Tracks
Spirit Tracks traz o Link cartunizado em uma sequência de histórias só dele (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Lançado para o Nintendo DS em 2009, esse jogo é a sequência direta de The Legend of Zelda: Phantom Hourglass. Em vez de viajar de barco, você estará a bordo de um trem para cruzar as planícies de Hyrule tentando recuperar o corpo da princesa Zelda, que te acompanha como espírito.

Em alguns mapas, ela pode dominar alguns inimigos te ajudando a resolver puzzles e derrotar chefes. Durante as viagens de trem, é preciso estar atento. Alguns inimigos podem te atacar, e para se defender você irá precisar disparar seu canhão ou trocar de linha. Ele também possui um modo multiplayer para jogar com até quatro amigos.

15. The Legend of Zelda: The Minish Cap

Miniship Cap
O primeiro The Legend of Zelda original para portáteis trouxe o Toon Link de Wind Waker em uma nova história (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Esse foi o primeiro título lançado para um portátil da Nintendo que não era uma adaptação de jogos anteriores. Nele, a Zelda é transformada em pedra e Link irá encolher com a ajuda de um chapéu falante para derrotar monstros e resolver quebra-cabeças.

O visual do jogo é bem clássico e ele retoma a câmera de cima, que irá voltar em diversos jogos feitos para os portáteis. Um ponto negativo dele é a duração mais curta do que os outros jogos,

Links Awakening
Link's Awakening foi o primeiro Zelda a ser lançado para um portátil e ganhou um remake para o Nintendo Switch (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Lançado para o Game Boy em 1993, esse é um dos jogos com a história mais diferentes. Primeiro que não aparecem personagens da tradicionais da franquia, como a própria princesa Zelda, mas sim de outros jogos da Nintendo, como Kirby, Piranha Plant, Princesa Peach, entre outros. A história também é bem diferente.

Após Link cumprir um treinamento em terras estrangeiras, seu barco é pego em uma tempestade enquanto voltava e vai parar nas praias de Koholint. A ilha é infestada de monstros criados por Nightmare para impedir que o herói desperte o Wind Fish e volte para casa.

Em setembro de 2019 lançou um remake do game para o Nintendo Switch, que recebeu boas avaliações e figura mais à frente em nossa lista. Esse é o terceiro relançamento dele, já que ele também está disponível para Game Boy Color e Nintendo 3DS.

13. The Legend of Zelda: Phantom Hourglass

Phantom Hourglass
Phantom Hourglass continua a história de Wind Waker e se passa pouco após a derrota de Ganon no game (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Sequência direta do Wind Waker, nele Link precisa explorar o Temple of the Ocean King para encontrar sua parceira perdida, Tetra. A maior diferença dele para os outros jogos é a maneira de controlar o personagem principal, que é feito apenas pela tela de toque com a ajuda da stylus.

Isso pode ser difícil de se acostumar de primeira, mas libera outras possibilidades na jogabilidade, já que você poderá desenhar o caminho que seu bumerangue fará quando lançado, por exemplo.

A Link Between Worlds
The Legend of Zelda: A Link Between Worlds continua a história do clássico game de Super Nintendo (Fonte: Nintendo/Divulgação)

O primeiro Zelda original para o Nintendo 3DS foi um dos jogos mais aclamados para o videogame portátil. Enquanto o jogo trás de volta algumas características clássicas da franquia (câmera de cima, mapa idêntico ao de The Legend of Zelda: A Link to the Past), ele também faz algumas mudanças muito aguardadas pelos fãs, como dar mais liberdade e não estabelecer uma ordem específica para fazer cada dungeon.

Nele, você também tem a habilidade de se transformar em uma pintura nas paredes para atingir outros pontos do mapa e viajar entre dois mundos — Hyrule e Lowrule. O game se destaca justamente por trazer os fãs de volta ao clássico mapa do game para Super Nintendo.

11. The Legend of Zelda: Oracle of Seasons/Oracle of Ages

Oracle of Seasons
Com história conectada e um terceiro final, a série Oracle foi resultado de uma parceria inédita entre Nintendo e Capcom (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Esses dois jogos funcionam como um único título já que contam uma única história. Apesar de vendidos separadamente, você deve levar o seu progresso de um para o outro com a ajuda de uma senha revelada quando uma das metades é concluída.

O jogo trouxe mecânicas interessantes. Enquanto Oracle of Seasons trazia puzzles que exigiam a mudança de estação para alterar elementos do mapa, Oracle of Ages te obrigava a manipular o tempo.

Junto com o Four Swords, eles são os únicos jogos da franquia que não foram desenvolvidos pela Nintendo, e sim pela Capcom.

10. The Legend of Zelda: The Skyward Sword

Skyward Sword
Apesar de não ser tão aclamado, The Legend of Zelda: Skyward Sword trouxe elementos que serviram como base para o seu aclamado sucessor (Fonte: Nintendo/Divulgação)

O segundo título lançado para Wii da série, sendo o primeiro exclusivo do console, The Legend of Zelda: Skyward Sword possui ótimas mecânicas de movimento. É preciso utilizar o wiimote para atacar os inimigos e com o wiimote plus, você poderia utilizar diferentes ataques com dependendo de como mexesse o controle.

Nele, você deve encontrar Zelda, após ela desaparecer da cidade flutuante de Skyloft. O jogo foi bastante criticado por suas muitas horas de duração, que faziam com que o jogo parecesse um pouco inflado.

Ainda assim, uma remasterização do game chamada The Legend of Zelda: Skyward Sword HD está prevista para chegar ao Nintendo Switch em julho de 2021. O jogo não terá muitas mudanças, mas permitirá ao jogador escolher pelo estilo de jogo tradicional ou usando os sensores de movimento, já que nem todos gostaram da obrigatoriedade de se mexer para jogar Zelda na época.

A Link to The Past
Um clássico atemporal, A Link to the Past ainda é o favorito no coração de muitos fãs

Lançado para o SNES em 1991, ele é um dos maiores clássicos da história dos videogames até hoje. Enquanto melhora mecânicas dos dois jogos anteriores como a presença de dungeons que devem ser conquistadas em ordem específicas e a utilização de magias e itens, entre outros. Também é nele que aparece pela primeira vez os mundos sombrios e da luz que voltam em diversos outros títulos da série.

Ele foi relançado para o GBA em 2002, junto com uma versão de Four Swords. O jogo extra pode ser jogado por mais de uma pessoa ou como single player, multiplayer.

The Legend of Zelda: A Link to the Past também está no catálogo do serviço Nintendo Switch Online.

8. Hyrule Warriors

Em uma parceria entre a Nintendo e a Tecmo Koei, um Zelda totalmente diferente surgiu. Tanto que nem mesmo o nome The Legend of Zelda ele carrega, sendo um spin-off.

Ao invés de se aventurar por cavernas, florestas e domínios aquáticos, Hyrule Warriors é um dos melhores jogos de guerra da Nintendo. Nele, você enfrentará os desafios de jogos como Ocarina of Time e Twilight Princess de um jeito diferente: colocando seus exércitos e os heróis do game para batalhas em grande escala.

Usando a fórmula consagrada da franquia Dynasty Warriors (apelidada de musou), aqui poderemos escolher entre Zelda, Impa, Link e até mesmo o vilão Ganondorf para destroçar exércitos e duelar contra os diversos personagens.

Ou seja, esqueça os puzzles, pois esse é um The Legend of Zelda de pura pancadaria. Hyrule Warriors foi lançado originalmente no Wii U, mas conta com uma versão definitiva com todas as DLCs no Nintendo Switch e uma versão para o New Nintendo 3DS.

7. The Legend of Zelda: Majora’s Mask

Majoras Mask
The Legend of Zelda: Majora's Mask inovou ao trazer uma temática voltada ao horror, ao invés de aventuras épicas (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Um dos jogos mais perturbadores da franquia, ele foi lançado primeiramente para o Nintendo 64 em 2000, e mais recentemente para Nintendo 3DS XL, sob o nome de Majora's Mask 3D, como pode ver na ilustração acima. Nele, é preciso reviver as mesmas 72 horas para evitar que uma lua assustadora caia sobre Hyrule e acabe com avida como conhecemos.

Para isso, é preciso usar as canções de acelerar e voltar no tempo, além de resolver puzzles e enfrentar chefes. Seu tom sombrio é um dos maiores atrativos do jogo, que promete ser uma experiência inesquecível, principalmente por suas side quests memoráveis.

Com o mesmo nome do game original, esse Link's Awakening é um remake completo do primeiro jogo de Zelda lançado para o portátil. Não há grandes alterações em relação à história: em uma viagem na qual acabou naufragando, Link acorda na misteriosa ilha Koholint, de onde seus habitantes não conseguem sair.

Para conseguir retornar à Hyrule, Link precisará acordar o Wind Fish, enfrentando diversos desafios pela ilha. Além de trazer o mesmo mapa e desafios do jogo para Game Boy, o estilo de arte foi totalmente alterado, transformando Link e até mesmo os monstros que enfrenta nas coisas mais fofas que colocamos os olhos.

Sente saudade de um The Legend of Zelda nos moldes clássicos? Então Link's Awakening é a escolha ideal para você.

5. The Legend of Zelda: The Twilight Princess

Twilight Princess
The Legend of Zelda: Twiight Princess resgata alguns conceitos de Zeldas passados, como a sombriedade de Majora's Mask e os dois mundos de A Link to the Past (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Falando em jogos sombrios, chegamos a Twilight Princess. Ele foi um dos jogos de lançamento para o Wii em 2006, além de também ter sido disponibilizado para Game Cube no mesmo ano. Nele, Hyrule está coberto por uma nevoa que traz monstros e transforma Link em um lobo.

Para liberar o reino, nosso herói contará com a ajuda de Midna, que foi expulsa do Twilight Realm e precisa de ajuda para voltar. Enquanto está na forma de lobo, não é possível abrir portas, sendo necessário achar entradas alternativas para as dungeons.

Além do game original para GameCube e Wii, Twilight Princess ganhou uma remasterização em HD para o Wii U, onde também pode ser jogado.

4. Hyrule Warriors: Age of Calamity

O primeiro Hyrule Warriors fez bastante sucesso, o que garantiu um retorno ao estilo musou de Dynasty Warriors para contar as histórias que antecederam Breath of the Wild. No game de 2017, fala-se sobre uma grande guerra entre as forças da luz e trevas, mas sabemos apenas de algumas pistas.

Em Hyrule Warriors: Age of Calamity, nos tornamos participantes dessa guerra. Acompanhando o então cavaleiro Link, vamos entrar em campo contra as forças da escuridão frente a frente, tentando encontrar uma arma para derrotá-los.

Apesar de já sabermos o resultado, o jogo traz algumas novidades e monta um realidade "e se", mostrando o que poderia acontecer no universo do game caso os resultados fossem diferentes. Diferente do Hyrule Warriors original, que traz personagens de diversos games da franquia, aqui apenas os personagens da Hyrule de Breath of the Wild dão as caras.

3. The Legend of Zelda: The Wind Waker

Wind Waker
Wind Waker polemizou ao trazer um visual mais infantil, mas ainda assim encantou e é um dos melhores The Legend of Zelda até hoje (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Lançado para Game Cube em 2003, Wind Waker é um dos jogos com visual mais cartoon da série. Essa estética iria continuar através de outros títulos nos jogos portáteis, além do Toon Link (como o personagem ficaria conhecido posteriormente) fazer aparições em outros jogos, como Super Smash Bros. Ultimate.

Aqui, a Nintendo troca as planícies de Hyrule por ilhas, onde você encontra as dungeons, e você precisa navegar em um barco para chegar até elas. A jogabilidade é bastante parecida com o Ocarina of Time que foi lançado alguns anos antes para o Nintendo 64. Uma remasterização HD do jogo no Wii U foi lançado em 2013.

2. The Legend of Zelda: Breath of The Wild

Breath of The Wild
The Legend of Zelda: Breath of the Wild revolucionou a franquia da mesma maneira que Ocarina of Time fez em 1998 (Fonte: Nintendo/Divulgação)

Jogo de lançamento para do Nintendo Switch, ele foi aclamado por crítica e público. Nele, encontramos Link despertando sem memórias dentro de uma caverna e vamos junto com o personagem descobrindo o mundo. A maior mudança desse para os outros títulos é a liberdade que ele dá ao jogador.

Tirando a parte do tutorial, você não é obrigado a cumprir nenhum tipo de ordem das dungeons ou dos chefes, podendo ir diretamente para o chefe final se quiser, algo que remete ao primeiro game da franquia e reintroduz Link ao gênero de mundo aberto. Outra grande novidade é a mecânica das armas, que quebram após um tempo de uso. As únicas exceções são a Master Sword e o Hylian Shield.

Isso pode parecer ruim, mas faz com que o jogador precise se adaptar a diversas situações novas e usar armas diferentes do convencional. E essas não são as únicas revoluções que o game causou: pela primeira vez desde os dois primeiros games da década de 1980, um The Legend of Zelda ganhará uma sequência direta. Por outro lado, ainda não sabemos quando isso irá acontecer.

1. The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Ocarina of Time
O jogo que revolucionou The Legend of Zelda e o trouxe para o universo 3D (Fonte: Nintendo/Divulgação)

O título mais aclamado de toda a série foi lançado pela primeira vez para o Nintendo 64 em 1998. Nele, você viaja no tempo para derrotar Ganondorf e pode controlar as versões criança e adulta do herói.

Esse é o primeiro jogo 3D da série e algumas coisas da sua jogabilidade também serão reproduzidas nos próximos jogos, como a possibilidade de travar a mira em um inimigo durante um confronto. Em 2011, a Nintendo lançou uma versão remasterizada do jogo para o 3DS, com gráficos melhorados. Vale muito a pena até hoje!

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