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12 Regras Para A Vida - Um Antídoto Para o Caos - Peterson,jordan B. - 9788550802756

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Detalhes do produto 12 Regras Para A Vida - Um Antídoto Para o Caos - Peterson,jordan B. - 9788550802756

Detalhes do produto

Informações Básicas

ISBN9788550802756
ISBN-108550802751
Título12 Regras Para A Vida - Um Antídoto Para o Caos
AutorPeterson,jordan B.
EditoraAlta Books
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Informações Básicas

ISBN9788550802756
ISBN-108550802751
Título12 Regras Para A Vida - Um Antídoto Para o Caos
AutorPeterson,jordan B.
EditoraAlta Books

Avaliação dos usuários

4.8

9880 avaliações

Exibimos as avaliações mais relevantes da Amazon

Regra 13: Escolha bem o que você vai ler

Não Recomendo

Não, essa regra 13 não está no livro. Mas é sensação que tenho ao terminá-lo. (Brigando com a vontade de parar pela metade) Respeito de fato todos que gostaram deste livro, li muitas avaliações antes de compra-lo mas, no fim, achei muito ruim. Prolixo, texto desencadeado, aprofunda em pontos desnecessários, enfim... uma pena. Acredito que o autor tenta demonstrar conhecimento amplo conectando uma série de informações que, no fim, pouco se aproveita. Acredito haver melhores opções.

Eluard Moraes

• Via Amazon

Conteúdo prejudicado pela tradução

Não Recomendo

Infelizmente comprei a obra em português e estou arrependido, pois ela contém inúmeros erros de de toda ordem, dos mais simples aos mais profundos, prejudicando o pensamento do autor. A Amazon deve avaliar o conteúdo e exigir a reparação em uma nova edição, efetuando um recall literário. A imagem que anexo dá uma ideia dos erros. Inadmissível!

Antonio Carvalho

• Via Amazon

Um livro antifeminista? Um livro religioso? Um livro sobre a estrutura fundamental do ser humano!

Recomendo

Difícil falar sobre este livro. Para começar, não sei se gostei ou não dele (por isso três estrelas). Por vezes o livro é muito prolixo (ainda que não seja nunca entediante). Originalmente, o autor tinha 60 regras, que foram condensadas em 12, e isso gerou alguma confusão no livro (muitas vezes a regra que ele discute é sobre algo muito diferente do que ela enuncia). No entanto há algo muito interessante na abordagem do autor (que faz dele quase que um livro religioso); suas teses lançam mão de uma cosmovisão judaico-cristã, com uma profunda análise de textos do Antigo e do Novo Testamentos. Talvez a tese central do livro seja a exposta na página 207: “O sofrimento é real, e infligi-lo engenhosamente no outro, apenas pelo próprio sofrimento, é errado. (...) Conserte o que puder consertar (...) Talvez a falha não esteja no mundo. Talvez ela esteja em você. (...) Considere, então, que aliviar a dor e o sofrimento desnecessários [dos outros, mas também de si próprio] é um bem. Faça disso seu axioma: com o melhor das minhas habilidades, agirei de forma que alivie a dor e o sofrimentos desnecessários”. (A palavra “desnecessários” é importante: sempre haverá dor e sofrimento, mas alguns são desnecessário). Jordan Peterson ficou conhecido em todo o mundo por opor-se a uma lei canadense que tornava obrigatória a utilização de pronomes que fossem livres de conotação de gênero no meio universitário. Isso o levou a desenvolver ideias (contidas nesse livro) de que o homem não é a causa da exploração da mulher, nem a civilização ocidental é a causa da exploração das outras culturas, e levou-o a ser considerado antifeminista (por exemplo, nas páginas 313 e seguintes, em especial na 326), o que é um erro, na opinião da feminista Camille Paglia (uma feminista fora de moda, em tempos de Judith Buttler). Veja sobre isso a seguinte matéria da revista Época: http://archive.is/TiP6G Na verdade, o autor, um psicólogo que trabalha com religiões, utiliza a “mitologia” judaico-cristã para explicar verdades profunda acerca do ser humano: o homem é a ordem, e a mulher é o caos. Mas o caos, pensa o autor, é o modo de ser da criatividade. É “lá” onde o caos e a ordem se encontram que existe o humano (Isso talvez seja uma simplificação muito grande ou interpretação muito parcial da tese do autor, mas é o que posso fazer sem gastar muitas páginas) Na opinião do autor, o modo como a nossa civilização se desenvolveu nos últimos 30 anos está comprometendo profundamente essa estrutura do humano: uma cultura sem gêneros definidos se perde ou na ordem imobilizante e controladora ou no caos da eterna novidade que nunca se estabiliza. Por isso as doze regras, que ele diz que são um antídoto para o caos (talvez porque esse seja o maior risco hoje), mas que, na minha opinião, teria dito melhor se dissesse que são um antídoto para somente o caos ou somente a ordem (a 11a regra é reveladora quanto a isso). As regras são: 1. Costas eretas, ombros para trás 2. Cuide de si mesmo como cuidaria de alguém sob sua responsabilidade 3. Seja amigo de pessoas que queiram o melhor para você 4. Compare a si mesmo com quem você foi ontem, não com quem outra pessoa é hoje 5. Não deixe que seus filhos façam algo que faça você deixar de gostar deles 6. Deixe sua casa em perfeita ordem antes de criticar o mundo 7. Busque o que é significativo, não o que é conveniente 8. Diga a verdade. Ou, pelo menos, não minta 9. Presuma que a pessoa com quem você está conversando possa saber algo que você não sabe 10. Seja preciso no que diz 11. Não incomode as crianças quando estão andando de skate 12. Acaricie um gato ao encontrar um na rua Não se engane com a simplicidade das regras: elas na maioria das vezes significam algo muito diferente do que parecem significar. Por exemplo, a 12a regra é sobre aprender a apreciar as coisas que vem e vão na nossa vida, e que não podemos manter inalteradas; a 11a é sobre a necessidade de deixar as pessoas aprenderem com seus erros; a 10a é sobre a necessidade de percebermos o caos por trás da ordem e a ordem por trás do caos, e sobre o papel do logos para converter o caos em ordem. Acho que você precisará ler o livro, se quiser decidir acerca da correção das teses do autor, e se é ou não um bom livro.

Marcelo Campos Galuppo

• Via Amazon

Ler, Reler e Presentear

Recomendo

Em uma linguagem absolutamente dinâmica Peterson nos apresenta o óbvio que niilismo contemporâneo faz tanta questão que ignoremos. Não, não é um livro de auto-ajuda, é uma deliciosa leitura que resgata valores que formaram a sociedade mais livre e próspera que a humanidade já viu. Um livro para ler, reler e presentear.

Joao Queiroz

• Via Amazon